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Artigo de Opinião

Política

Torço pelo sucesso de Casagrande e do Espírito Santo

O professor Renato Casagrande tem tropeçado, como na escolha dos seus auxiliares, alguns com pífios conhecimentos administrativos

Publicado em 06 de Maio de 2019 às 22:39

Publicado em 

06 mai 2019 às 22:39
Governador Renato Casagrande
Gutman Uchôa de Mendonça*
Os mais antigos já diziam: ”Na vida, tem coisas que não voltam atrás, como o tempo, as palavras e as oportunidades”. Não será com um estalar de dedos que o Brasil vai mudar, sua sociedade irá se transformar e escolher pessoas honestas para ocupar os postos mais importantes.
Assistimos a sucessivas tragédias político-administrativas no Brasil,  que não podem acontecer mais. Parece-nos que essa gente estará irremediavelmente banida a longo prazo.
Recentemente, nas últimas eleições brasileiras, escolhemos novos presidente, governadores, deputados e senadores. Ocorreram mudanças acentuadas, de gente que, certamente, jamais se reelegerá. Mas também há alguns que conseguiram se reeleger, mesmo vindo de um passado não muito brilhante no campo da administração pública.
Renato Casagrande foi um dos governadores eleitos. Ele já havia morado quatro anos no Palácio Anchieta, mas perdeu a reeleição para o ex-governador Paulo Hartung, que prometeu encerrar sua carreira pública.
Herdei do meu pai, o jornalista Mesquita Neto, uma característica muito especial: escrever e falar sem rodeios.
O governador Renato Casagrande, no seu primeiro governo, não foi de todo ruim, mas não foi de nada especial. Não teve uma visão de futuro para o Estado, para sua população, querendo se notabilizar como um populista sem grandes pretensões de ficar na história, como Jerônimo Monteiro, Florentino Ávidos, Carlos Lindenberg, Jones dos Santos Neves, Christiano Dias Lopes e outros.
O professor Renato Casagrande tem tropeçado, como na escolha dos seus auxiliares, alguns com pífios conhecimentos administrativos. São males sérios da política brasileira.
Aconselho ao governador sentar-se numa boa poltrona, diante de um bom espelho, e indagar a si mesmo: estou agindo bem com aqueles que me elegeram? Estou fazendo por merecer a confiança do meu Estado? Tenho condições para promover o desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo? Torço pelo sucesso de Casagrande e do ES. Vou vibrar com isso, porque todos seremos mais felizes.
*O autor é jornalista
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