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Samuel Sainbert

Artigo de Opinião

É formado em pedagogia com especialização em Educação a Distância e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Atualmente atua como gerente de Educação Básica do Sesi-ES
Samuel Sainbert

Por que a educação básica precisa estar conectada com o futuro?

Aos poucos, algumas profissões conhecidas vão desaparecer, outras se reinventar e novas devem surgir. Qualificações que nem sequer estão incluídas nos currículos das escolas e das universidades passarão a ter grande valor no campo profissional
Samuel Sainbert
É formado em pedagogia com especialização em Educação a Distância e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Atualmente atua como gerente de Educação Básica do Sesi-ES

Públicado em 

17 dez 2022 às 10:00
Os novos tempos em que vivemos exigem um padrão educacional que esteja conectado e voltado para o desenvolvimento de um conjunto de competências e de habilidades essenciais, não apenas por meio dos conhecimentos, mas "do fazer" cotidiano. Isso porque, apenas dessa forma, os alunos poderão compreender e refletir sobre a realidade, participando e agindo no contexto de uma sociedade comprometida com o futuro.
Em se tratando das tendências da educação no século XXI, aliada às novas tecnologias, vemos hoje um cenário de renovação nos métodos tradicionais de ensinar e aprender. Isso exige uma grande mudança na função da escola, dos professores e da comunidade escolar.
Nesse contexto, aos poucos, algumas profissões conhecidas irão desaparecer, outras se reinventar e novas devem surgir. Em meio a tudo isso, qualificações que nem sequer estão incluídas nos currículos das escolas e das universidades passarão a ter grande valor no campo profissional.
O Censo Escolar é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica e o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro
A escola, frente às exigências da educação básica, também precisa ser reinventada Crédito: Marcello Casal Jr/Agencia Brasil
Outro ponto a observar é que a atual realidade econômica em que vivemos está exigindo cada vez mais dos alunos novas competências e habilidades para atuarem no mercado de trabalho. Entre elas estão: visão de conjunto, autonomia, iniciativa, capacidade de resolver problemas, criticidade, pensamento lógico e flexibilidade.

REINVENÇÃO ESCOLAR

Diante dessa conjuntura, a escola, frente às exigências da educação básica, também precisa ser reinventada, ou seja, priorizar processos capazes de trabalhar com alunos inventivos, participativos, cooperativos e preparados para diversificadas inserções sociais, políticas, culturais, bem como agir no ambiente de trabalho.
Para que tudo isso aconteça, o primeiro desafio da educação é o domínio dos reais significados e instrumentos que auxiliam a ação da linguagem e da matemática, dos conteúdos científicos. O aluno preparado para os desafios do século XXI não é mais aquele que simplesmente sabe, mas aquele que é capaz de pesquisar, compreender e expressar seus conhecimentos.
As escolas mais modernas estão priorizando a formação integral, além de investir em metodologias ativas combinadas com o uso de tecnologias específicas para a aprendizagem, tendo como premissa as novas diretrizes educacionais, o que possibilita aos educandos trabalhar os seus aspectos intelectuais, tecnológicos, comportamentais, emocionais, artísticos, esportivos e sociais.
Em meio a esse novo mundo - que vive em constante mudança -, a ação pedagógica das escolas da Rede Sesi de Educação Básica caminha para uma educação progressista, transformadora, apostando e considerando a capacidade de cada educando na construção do conhecimento, na condição de agente de transformação da sua própria vida, de sujeito crítico, reflexivo, protagonista e transformador da sociedade.
A concepção de Educação Básica requer a dimensão da formação integral e desenha para os profissionais da educação o desafio de trabalho para a ampliação do discernimento, da capacidade de análise, da flexibilidade mental e dos processos de autoconhecimento, seguindo as novas necessidades da sociedade e para a educação do século XXI.
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