A tentativa de homicídio sofrida por Jair Bolsonaro despertou a supresa dos desinformados, a hipocrisia dos adversários. A comemoração dos medíocres. O crime, porém, não surpreende. A esquerda brasileira está repleta de Adélios.
Guilherme Boulos, ídolo da esquerda caviar e candidato do PSOL, foi preso em 2017 após disparar rojões em policiais durante invasão de propriedade com o MTST. Após seu grupo depredar a Fiesp, disse que “algumas vidraças quebradas não são nada perto do dano que ela causa ao povo trabalhador”.
Mauro Iasi, professor efetivo da UFRJ e candidato do PCB em 2014, citou Bertold Brecht em um congresso para dizer o que se deve oferecer “à direita e ao conservadorismo”: “Um bom paredão, uma boa espingarda, uma boa bala e, depois de uma boa pá, uma boa cova”.
Para a esquerda, a liberdade de expressão só existe para se concordar com suas ideias. A violência é sua essência. Defesa da democracia? Apenas uma máscara. Seu sonho? Facas nos abdômens
A seita lulista não fica atrás. Em janeiro, Gleise Hoffmann, presidente do PT, disse que para prender Lula teriam que “matar gente” e o senador Lindbergh Farias defendeu a “rebelião cidadã e desobediência civil” para libertar seu deus analfabeto.
A cena se repete nas universidades. Na UFPI, o professor de Filosofia, Ramon Lima, precisou de escolta da Polícia Federal para sair do campus após criticar os movimentos estudantis em sua rede social. Cerca de 100 militantes o cercaram com ameaças e depredação ao veículo.
Na Ufes, o professor medievalista Ricardo da Costa, que tem seus trabalhos acessados por mais 2,5 milhões de pessoas em cinco continentes, é alvo constante dessa perseguição fanática. Por suas posições conservadoras, postadas em rede social (e nunca comentadas em sala de aula), a turba picha paredes: “Professor otário”, “Queimem Ricardo da Costa”.
Para a esquerda, a liberdade de expressão só existe para se concordar com suas ideias. A violência é sua essência. Defesa da democracia? Apenas uma máscara. Seu sonho? Facas nos abdômens. Adélio Bispo de Oliveira, um louco? Longe disso. É um assassino dentre tantos fanáticos camuflados de artistas, de jornalistas e de intelectuais que destroem o espírito de nosso país.