Há pouco mais de um ano, quando escrevi aqui neste mesmo jornal que Donald Trump seria melhor que Obama, muitos se assustaram. Hoje, após o primeiro ano de mandato do atual presidente, é possível comprovar que minha previsão estava correta. Quando se trata de analisar a eficiência de uma administração governamental, as sentenças ideológicas ou afetivas que denotam preferência por A ou B não fazem a menor diferença quando colocadas diante das evidências produzidas pelos dados oficiais.
E é no campo das evidências que concluímos categoricamente que o governo Trump é, até o momento, um sucesso! Os dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos mostram um crescimento vigoroso na geração de emprego. Somente nos primeiros 11 meses, foram 1,9 milhão de novas vagas ocupadas. O índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova York bateu recorde histórico de crescimento consolidando a confiança do setor empresarial na economia norte-americana. A taxa de desemprego está na casa dos 4%, e continua caindo. É o índice mais baixo em 17 anos.
Em comparação ao primeiro ano do governo Obama, a economia norte-americana perdeu mais de 4 milhões de empregos. O crescimento econômico dos EUA ficou na casa dos 3,5% e isso se deve muito às reformas promovidas pelo presidente Trump. O corte de impostos e desregulamentação da economia que emperravam a criação de empregos surtiram efeitos imediatos. Menos impostos e menos burocracia para os verdadeiros geradores de riqueza na economia, o setor privado, os empresários, as grandes e pequenas empresas que, ao lucrarem mais, também contratam mais, obviamente. Além disso, retirou os EUA do acordo de Paris, que prejudicaria diretamente milhares de empregos em solo americano. Tal acordo toma uma teoria científica, o “aquecimento global”, como uma verdade científica. Um absurdo, pois há centenas de cientistas que discordam da tese aquecimentista.
Apesar de ter praticamente toda grande mídia contrária ao seu governo, o presidente Trump mostrou resiliência ao cumprir sua agenda política e econômica e ao voltar a defender os valores civilizacionais norte-americanos com base judaico-cristã e ao combater uma ideologia globalista que constantemente ataca esses valores que tornaram a América uma nação. Trump realmente está cumprindo seu mote de campanha: “Make America Great Again”.
*O autor é doutor em História e professor de Relações Internacionais da UVV