Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Esportes
  • Futebol
  • Segunda chance e os sinais da silenciosa pressão sobre Marcelo Cabo, agora ex-treinador do Vasco
futebol

Segunda chance e os sinais da silenciosa pressão sobre Marcelo Cabo, agora ex-treinador do Vasco

Técnico demitido na última segunda-feira esteve na corda bamba após a derrota para o Avaí, um mês atrás. Metas não atingidas pesaram para o fim da passagem dele pela Colina...

Publicado em 20 de Julho de 2021 às 07:30

LanceNet

Publicado em 

20 jul 2021 às 07:30
Crédito: Marcelo Cabo e Alexandre Pássaro construíram boa relação, mas o técnico foi demitido (Reprodução / Vasco TV
Sexta-feira, 18 de junho. Após mais uma atuação pavorosa e mais uma derrota em casa, o presidente do Vasco, Jorge Salgado vai ao CT do Almirante e conversa com os jogadores. A reação dos atletas contra qualquer má relação com o treinador soou como um pedido de continuidade do trabalho do comandante da equipe naquele momento. De lá para cá são quatro vitórias, dois empates e duas derrotas. Mas na última segunda-feira não houve jeito. O trabalho de Marcelo Cabo foi ceifado.E sinais da última semana indicam que, mesmo com a invencibilidade de quatro jogos - três deles contra times do G4 da Série B - o treinador seguia pressionado. A partida contra o Náutico foi a gota d'água. Contra o líder da competição, em São Januário, o Cruz-Maltino viu o goleiro Vanderlei ser o destaque e o empate ser obtido somente nos acréscimos do segundo tempo.
O primeiro sinal foi revelado pelo próprio Marcelo Cabo. Após o empate com o Coritiba, uma semana atrás, o agora ex-treinador revelou que havia uma meta de pontos estipulada para os jogos em sequência contra times do G4. O Sampaio Corrêa já havia sido derrotado.
- Temos uma meta, para esses jogos, de sete a nove pontos. Com a vitória no próximo jogo, teremos sete - projetou Marcelo Cabo, confiante.
-> Confira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro
Repare como a meta estava alta. Perder para qualquer um dos rivais, atualmente em melhor momento e posição na tabela, não seria admitido. Talvez nem o próprio treinador tenha percebido o peso que uma nova igualdade, que ocorreu no jogo contra o Timbu, teria. Foram cinco pontos, dois a menos que o mínimo estipulado. O sarrafo estava alto porque o início do Vasco na Série B foi pior do que o imaginado internamente.
Outro sinal da pressão, este dado na última sexta-feira, foi a entrevista coletiva do diretor executivo de futebol, Alexandre Pássaro. Entre elogios e um tom de confiança no trabalho, o dirigente alertou.
O executivo baseia muito de seu trabalho em números. E, com o mandatário, havia um subentendimento de avaliar demissão do treinador somente após o primeiro terço ou primeiro quarto de competição. As metas não cumpridas e o desempenho insatisfatório resultaram na primeira demissão de treinador da atual gestão.
- Não poderíamos confundir a nossa convicção e esperança com o trabalho que estava sendo desenvolvido com o que estava sendo mostrado nos jogos - explicou Alexandre Pássaro na última tarde.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vazamento de água chama a atenção em avenida de Jardim Camburi
Vazamento de água chama a atenção em avenida de Jardim Camburi; vídeo
Imagem de destaque
Sam Neill, ator de 'Jurassic Park', morre aos 78 anos
Imagem BBC Brasil
Os brasileiros que processam as bets para conseguir receber seus prêmios

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados