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Números negativos

Espírito Santo foi o time que mais acumulou prejuízos no Kleber Andrade

O clube, que fez 34 jogos no estádio como mandante, acumulou um prejuízo de R$ 66.076,60 entre 2016 e 2018

Publicado em 31 de Maio de 2019 às 22:27

Publicado em

31 mai 2019 às 22:27
O estádio Kleber Andrade foi a casa do Espírito Santo Futebol Clube durante os últimos anos. O clube, que está inativo neste temporada, acumulou números que chamam a atenção. O principal é quanto ao prejuízo de R$ 66.076,60 nas rendas líquidas das partidas. 
O Santão fez 34 jogos como mandante no Klebão entre 2016 e 2018. Dos números positivos, vale destacar os1.541 pagantes contra o Rio Branco, pela Copa ES 2016,e 1.838 diante do Operário, pela Série D do Campeonato Brasileiro 2017. Porém, no geral, o público foi bastante baixo, com uma média de 351 pagantes por partida.
O estádio Kleber Andrade Crédito: Reprodução
Dessas 34 partidas, o Espírito Santo teve prejuízo em 23 oportunidades. Durante a Série D 2017,os númerosfinais foram negativos em quatro jogos seguidos (Red Bull, Caldense, Boavista e novamente Boavista), com uma média de R$ 4.316,39 em prejuízo. Somando as quatro partidas, odéficit foi de R$ 17.265,56.No jogo contra o Macaé, pela Série D 2018, por exemplo, o clube chegou a ter um prejuízo de R$ 8.146,77 na renda líquida.
Além do prejuízo nas rendas líquidas, o Espírito Santo não pagou o aluguel de oito partidas entre 2017 e 2018. Somando, a dívida fica em R$ 8.800 mil (o aluguel foi de R$ 1.000 por jogo, com exceção de Espírito Santo x Operário, que o valor cobrado foi de R$ 1.800). Vale destacar que quando o arrecadado com ingressos não cobre as despesas da realização da partida (ambulância, arbitragem, etc) e a renda líquida é negativa, essa diferença deve ser paga à Federação de Futebol.
Entenda nosso trabalho 
Por que fizemos esta matéria?
Na cobertura diária do futebol local, percebemos que na maioria dos jogos no Kleber Andrade o público é muito baixo. Assim, decidimos levantar os gastos e as receitas do governo com o estádio e constatamos que os números são decepcionantes. A praça esportiva não consegue se manter e ainda consome muito do dinheiro público.
Como apuramos as informações?
Verificamos os boletins financeiros de todos os jogos realizados no estádio desde 2014 e contamos com dados fornecidos via Lei de Acesso à Informação. Esses números embasaram todas as nossas análises.
O que fizemos para garantir o equilíbrio?
Analisamos os dados e ouvimos todos os responsáveis pelo Kleber Andrade. Para não ficar apenas no problema, conversamos com especialistas que apontaram possíveis soluções para o estádio.

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