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Humanização

Por respeito e protagonismo, mulheres buscam parto como no tempo da vovó

Brasil tem a segunda maior taxa de cesarianas do mundo, mas número de mulheres interessadas pelo parto humanizado tem crescido. Realidade do SUS ainda está longe da ideal

Barbara Oliveira

Repórter

Publicado em 13 de Maio de 2019 às 12:48

Publicado em

13 mai 2019 às 12:48
Lídia trouxe Dante ao mundo de forma completamente natural, mesmo depois de uma cesárea. Jéssica quebrou um ciclo de dezenas de cesarianas na família e pariu a Yara, de forma minimamente humanizada, no SUS. Cris optou por um médico particular, mas não teve seus desejos respeitados. Sem plano de saúde, Gabriela viveu todo tipo de violência no nascimento do Bento. Em comum, todas elas têm um mesmo desejo: proporcionar aos seus filhos uma forma mais natural e humanizada de nascer, algo diferente do que viveram as gerações anteriores. Os relatos de parto de cada uma delas, lidos por jornalistas, estão espalhados ao longo desta reportagem. Para elas, e para muitas outras mulheres, o obstetra francês Michel Odent tem toda razão: "Para mudar o mundo, primeiro é preciso mudar a forma de nascer".
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), atualmente 55,5% das crianças do Brasil nascem através de cirurgia cesariana. É a segunda maior taxa de cesárea do mundo, atrás apenas da República Dominicana, com 56%. A recomendação da OMS é para que as cesarianas não excedam 15% do total de partos. Na contramão dos números, porém, cresce o interesse de algumas mulheres pelo parto natural humanizado. Um parto como no tempo da vovó, natural, respeitoso e com menos interferência médica. Nada disso, no entanto, significa colocar em risco a saúde de mãe e bebê.
"As nossas avós têm boas história de parto, geralmente tiveram seus filhos em casa, muitas vezes com parteira, ou chegavam no hospital com os filhos quase nascendo. Depois veio a geração das nossas mães, que são histórias de parto hospitalizados. A gente têm histórias de cesariana que ninguém sabe por quê. Cesarianas agendadas pelo médico sem um motivo e uma indicação clara. Isso fez do Brasil um dos campeões mundiais em taxa de cesariana e um dos maiores índices de mortalidade materna. Esse alto índice de mortalidade materna, em boa parte se deve a esse número elevado de cesarianas, que expõe a mulher a três vezes mais chances de morrer que em um parto normal. Essa estatística ainda é banalizada. As pessoas não tem conhecimento do risco que uma cesariana pode causar. A cesariana é maravilhosa quando bem indicada. Se for para salvar a vida da mãe ou do bebê, ela é uma excelente cirurgia. Mas se não for para isso, ela é a pior maneira de nascimento. Ainda estamos longe do que deveria, mas existe uma movimentação por parte das próprias mulheres de terem histórias de parto mais bonitas, mais respeitosas", avalia o obstetra Eduardo Soares.
Ainda que o número de cesáreas no Brasil seja alto, a cirurgia tem, aos poucos, perdido o seu glamour. Se nos anos 1980 e 1990 ela era extremamente popular e tida como algo revolucionário, o avanço das informações têm permitido que as mulheres entendam os benefício do parto normal. Aos poucos, elas têm se convencido de que podem parir, ainda que a "dor do parto" assuste algumas delas.
Yuri Muniz corta o cordão humbilical que liga a filha Yara à mãe Jéssica Crédito: Graziele Rodrigues
"As mulheres têm conseguido entender que elas são capazes de passar por esse processo (do parto natural). Acredito que demanda tempo para que a gente consiga imprimir na cultura brasileira que o jeito ideal para nascer e para se ter um bebê é da forma natural, pela via normal. Nossa maior dificuldade é mudar a cultura que está impressa nas nossas mulheres. Acho que a gente precisa é de tempo", defende o obstetra Frederico Bravim.
ESPERAR SEM PRESSA
Houve um tempo em que cesáreas eletivas, com data e hora marcadas, eram comuns. Mas o bebê estava pronto para chegar? O parto humanizado defende o direito de nascer no tempo certo. Esperar pelas contrações e passar pelo trabalho de parto garante inúmeros benefícios para mãe e bebê. Bravim explica por que o trabalho de parto é "a única coisa que prova que o bebê está pronto para nascer".
"Quimicamente existem substâncias que são liberadas no líquido aminótico e no organismo da mulher através da maturação do pulmão do bebê, que mostra que ele está pronto para nascer e faz com que o trabalho de parto seja deflagrado. O trabalho de parto deixa o útero mais fino. Então, a técnica cirúrgica (cesárea) quando precisa ser empregada durante o trabalho de parto, é melhor porque promove menos sangramento, melhor recuperação do organismo, expõe a mulher a menos riscos de hemorragia e anemia no pós-parto. Para o bebê, o processo de contração promove liberação de hormônios no organismo e faz com que ele nasça com maior capacidade de responder aos estímulos externos, com menos chance de ter "síndrome da angústia respiratória do recém nascido", que é uma síndrome causada por um bebê que nasceu sem estar na hora de nascer", esclarece.
Lídia Maria Rodrigues, 37 anos, realizou o sonho de um parto humanizado após uma cesárea Crédito: Ana Flávia de Farias
Por segurança, a medicina estabelece 42 semanas de gestação como prazo máximo para se esperar pelo início das contrações. Mas, e se ao final desse tempo, a mulher ainda não tiver nenhum sinal de contração? "A gente tem um limite técnico de 42 semanas para se esperar, mas não justifica levar a mulher direto para a cesariana se ela não tiver entrado em trabalho de parto, porque a gente tem formas de estimular, induzir o trabalho de parto. Para alguns casos, em que a mulher tem real indicação de cesariana, a gente pode estimular o trabalho de parto para que esse corpo e esse bebê sejam beneficiados pelas contrações, e num momento oportuno essa mulher seja operada, já que ela tem uma real indicação de cesariana. Operar uma mulher totalmente fora do trabalho de parto, sem nenhuma indicação, é perigoso porque promove mais riscos para o organismo da mulher e para o bebê", explica o médico.
PREÇO É ALTO E NEM TODAS PODEM PAGAR
Banheira, chuveiro quente, um quarto com luz baixa e temperatura correta, liberdade para andar, comer e ter ao lado um acompanhante de sua preferência. Nada de empurrões na barriga, cortes ou medicamentos desnecessários, nada de frases grosseiras ditas pela equipe médica. Tempo para esperar o bebê chegar, a primeira hora após o nascimento (hora de ouro) respeitada, com direito a amamentação e contato pele a pele entre e mãe e bebê. É assim que muitas mulheres gostariam de trazer seus filhos ao mundo. Entretanto, essa ainda é uma realidade distante na maior parte das maternidades públicas. Para as que decidem pagar por um atendimento privado e exclusivo, o preço é alto. No Espírito Santo, poucos são os médicos favoráveis ao parto natural humanizado que atendem por plano de saúde. O preço cobrado por disponibilidade médica varia entre R$ 3 mil e R$ 10 mil.
A estrutura física faz com que o ambiente seja mais confortável para a mulher. Mas isso é só mais um detalhe. Para parir é necessário duas mãos e um coração, e mais nada. Você precisa de um cantinho e uma pessoa que te respeite. Para você parir dignamente você precisa só de uma pessoa que deixe isso acontecer de forma natural. Alguém que não intervenha, que não abra a vagina com os dedos, que não aperte a barriga para acelerar o processo do nascimento, que não te mande fazer força quando você não tem vontade. A estrutura física é importante, mas é a menor parte. O médico precisa estar disposto a apoiar, a estar do lado e não a comandar. Quem comanda é a mulher
Eduardo Soares, obstetra
Respeito. Para o obstetra Frederico Bravim essa é a premissa número um do parto, seja normal ou cesárea. "A gente preconiza, por exemplo, que a sala esteja um ambiente calmo, que a luz seja reduzida por que o bebê não precisa ser exposto a tanta luz tão precocemente. Que o primeiro contato de som, de toque, seja dos pais para com o bebê. E que nenhum médico fique conversando durante o nascimento, para que o bebê consiga reconhecer a voz dos pais logo após o nascimento. Isso tudo é muito importante. Quando a gente une todas essas coisas numa cesariana a gente diz que a cesariana foi realizada de forma humanizada. Mas não é uma técnica diferente, um jeito diferente de operar. Mas a gente emprega todos esses cuidados, que cabem em qualquer relacionamento entre pessoas", completa.
SUS: LONGO CAMINHO A SER PERCORRIDO
No Brasil, duas maternidades públicas são referência no parto natural humanizado: o Hospital Sofia Feldman, em Belo Horizonte, e o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), de Campina Grande, na Paraíba. No Espírito Santo, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Responsável por coordenar um projeto de humanização em Cariacica durante dois anos, o obstetra Eduardo Soares diz que os avanços no Estado passam, obrigatoriamente, por dois caminhos: pré-natal mais completo e atualização das equipes médicas.
"Apesar de todo o incentivo do Ministério da Saúde, o Espírito Santo é um dos estados em que se tem mais dificuldade para mudar esse cenário do parto e nascimento quando a gente fala em SUS. Dois motivos principais: o pré-natal ainda é aquém do que a gente gostaria que fosse. A gente não prepara de forma efetiva as mulheres, não leva informação para essas mulheres e elas chegam no momento do parto com muito medo, achando que a cesariana é a melhor opção para elas. A gente precisa de pré-natais que estejam voltados também para o parto e não só para realização de exames. E a gente tem do outro lado equipes de saúde desatualizadas, que não entendem que o mais importante para a mulher é seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde de acolhimento, com direito a parir da forma que quiser, a não ser cortada, a ter acompanhante de escolha. São pontos que ainda precisam melhorar muito no Estado. O que a gente vê aqui são maternidades em que as equipes ainda não estão preparados para isso, e permanecem com velhas práticas de obstetrícia: a mulher tem que parir deitada, não se alimenta, é uma dificuldade muito grande para que ela tenha segurança nesse momento do parto. No Espírito Santo a gente precisa avançar muito. Precisamos de equipes que troquem o chip, mudem a forma de pensar", defende.
Jéssica Rohsmer, 27 anos, mãe da Yara, conseguiu ter um parto humanizado no SUS Crédito: Graziele Rodrigues
Desde 2017, Eduardo é responsável por um projeto de humanização no Hospital São Camilo, em Aracruz, no norte do Espírito Santo. Ele garante que, ao contrário do que algumas pessoas imaginam, investir no parto natural humanizado não traz custos altos para a maternidade.
"A gente implantou as práticas da humanização no parto e nascimento já tem dois anos, e a gente têm colhido bons frutos. A gente viu uma redução grande nas taxas de cesarianas, elas despencaram aqui no hospital. Aqui a gente já não faz episiotomia (corte na vagina para facilitar a saída do bebê) há mais ou menos seis meses. Foi assim também que eu fiz quando estive na maternidade de Cariacica. Quando você não acelera o parto sem indicação, a paciente sangra menos, não precisa usar bolsas de sangue no pós parto devido a hemorragias, não precisa usar aquela quantidade enorme de soro por que o parto é um processo natural, não precisa estar com a mulher com uma pulsão na veia com remédio, com soro. Acaba economizando em insumos como soro, fio, sangue, medicamentos para dor, porque você reduz a taxa de cesariana e reduz as complicações relacionadas ao parto. A gente verticalizou o parto, fez com que as mulheres pudessem parir mais de cócoras, sentada e menos deitada, e que possibilitasse para a mulher medidas que não fossem medicamentos para aliviar a dor: a doula, um acompanhante, massagem, barras verticais para apoio, terapia com água morna, alimentação durante o trabalho de parto e respeito, que é o mais importante de tudo", afirma o médico.
DOULAS: CARINHO E CUIDADO
Acolhimento e informação. Para as mulheres que podem pagar (o valor médio é de R$ 1,5 mil), ter uma doula é ter o privilégio de contar com uma profissional ao lado em todas as etapas da gestação. Elas são colo, carinho e cuidado em cada fase - do pré-natal ao pós-parto -, mas ainda são raridade no Sistema Único de Saúde (Sus). Segundo dados da Associação de Doulas do Espírito Santo (Adoules), no Estado há cerca de 130 profissionais, a maior parte delas na Grande Vitória. Ainda em processo de regulamentação, a profissão requer curso (carga horária de 50h a 80 horas) para atuação.
As pessoas vão definir doula de forma muito diferenciada. Para cada mulher que tiver uma doula, aquela doula vai ter um significado diferente. Ela está ali exatamente para isso, para atender a necessidade daquela mulher, para servir aquela mulher de forma muito ampla. Se a necessidade é de informação, se é momento de empoderamento, cada doula vai encontrar essa forma de ser o que essa mulher precisa no momento em que ela está precisando. O que define para mim a doula é o acolhimento. A gente tem que estar ali disponível e disposta a muitas vezes ser o abraço que aquela mulher precisa para se sentir forte naquele momento, ou então para se sentir frágil e chorar.
Graziele Rodrigues Duda, doula
Mãe de uma menina de 8 anos, doula desde 2012 e coordenadora geral da Adoules, Graziele Duda, 37 anos, afirma que a relação entre a gestante e a doula é baseada na confiança. Durante a gestação ou o parto, a doula não realiza os procedimentos técnicos do médico, enfermeiro ou de outro profissional. A ela cabe, sobretudo, dar apoio emocional e psicológico para a mãe, além de usar técnicas não farmacológicas para alívio da dor.
"Eu como doula não posso aferir pressão, ver dilatação de colo ou batimento cardíaco. A nós não fica essa competência mais técnica, mesmo que eu tenha uma formação em enfermagem, ou em fisioterapia por exemplo. A doula vai ser suporte para a mulher de orientação, de exercícios que vão facilitar ou contribuir para aliviar a dor durante o trabalho de parto, até o suporte emocional durante o trabalho de parto. É para quem aquela mulher vai olhar durante o trabalho de parto e vai saber que está tudo bem, é naquele olhar que ela confia. Além disso, a primeira fonte de informação de uma mulher não é mais o Google, é a doula. A mulher que tem doula, primeiro vai perguntar para doula. Antes de mandar uma dúvida para o médico, vai mandar para a doula", explica.
Tem maternidades que não permitem a presença de doula. Elas hoje já são uma recomendação da Organização Mundial de Saúde. Existem trabalhos mostrando que a doula tranquiliza mais a gestante, encoraja, e faz com que a mulher interne no momento certo e consiga passar pelo momento do parto com mais empoderamento, tranquilidade e coragem. É um ator no cenário do parto que ainda é visto com certo preconceito. Isso acontece muito no ES.
Eduardo Soares, médico obstetra
CULTURA EM TRANSFORMAÇÃO
Ter um parto completamente humanizado, com todos os desejos da mulher respeitados, ainda é privilégio das que podem pagar. Para além das agressões verbais e violências obstétricas - na última semana o Ministério da saúde vetou o uso do termo e chegou a dizer que é inadequado -, até a lei é desrespeitada. Muitos são os hospitais que não respeitam a lei do acompanhante, criada em 2005 para garantir que a gestante tenha o direito a acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto. A lei é válida para parto normal ou cesariana, e determina que este acompanhante seja indicado pela gestante, podendo ser o pai do bebê, o parceiro atual, a mãe, um(a) amigo(a), ou outra pessoa de sua escolha.
É privilégio de quem pode pagar uma equipe, de quem tem plano de saúde. As mulheres que são usuárias do SUS vivenciam negligência no pré-natal, no parto e no pós-parto. Elas são violentadas em todos esses momentos. Com sorte, a mulher consegue um parto sem as violências físicas, mas ela ainda vai se submeter ao atendimento do aprendizado. Ela ainda vai receber toque de muitas pessoas, vai ouvir muitas piadas. Vai ouvir que quem decide a posição de parto não é ela. É até difícil dizer o que com sorte essa mulher consegue. A sorte, inclusive, vai depender de quem estiver no plantão do dia. Hoje, no Espírito Santo, praticamente nenhuma maternidade do SUS respeita a lei do acompanhante. Na Grande Vitória, tem maternidade em que a mulher fica sozinha da internação até a alta. Aí vão usar o argumento de que os quartos são coletivos, de que existem outras mulheres. É preciso pensar uma forma de resolver isso para que a lei seja cumprida. E a lei do acompanhante é desrespeitada muitas vezes também nas maternidades particulares.
Graziele Rodrigues Duda, doula
Na última década, os avanços foram muitos. Mas ainda há muito por fazer quando se trata de humanização do parto e nascimento no Espírito Santo. A taxa de cesariana é alta, a exemplo do que acontece no Brasil, e para além das mães, bebês também são vítimas de violência.
"Avançamos muito. Em 2011 a gente só tinha duas salas de parto e três médicos comprometidos com a humanização. Hoje a gente tem espaço adequado, inclusive, em algumas maternidades públicas. Uma adequação mínima, mas que já faz uma diferença grande. Nas maternidades privadas da Grande Vitória todas tem espaço adequado. Mas espaço só não resolve. Ter uma sala perfeita, com luz e música adequada, banqueta, banheira, não é o limite da humanização. A humanização está exatamente no respeito a mulher, e você não respeita com espaço físico. Você precisa respeitar com atitude. A gente ainda tem muito o que melhorar na atuação das equipes. O comportamento humano precisa mudar. Uma questão muitas vezes deixada de lado é o atendimento ao recém nascido. A gente ainda tem muito atendimento desatualizado, fora dos padrões preconizados pela OMS, pelo Ministério da Saúde, pela sociedade de pediatria. A gente ainda tem um tratamento que violenta os bebês", revela a doula.
Lídia Maria Rodrigues, 37 anos: "É uma experiência que toda mulher deveria ter" Crédito: Ana Flávia de Farias
Mas há esperança. E a mudança passa pelo empoderamento de mulheres, por levar conhecimento a elas.
"É uma cultura muito solidificada que a gente ainda vai levar um tempo para desconstruir ou construir uma nova cultura. Eu acredito que as mulheres, ao terem informação, podem fazer escolha. A escolha é individual e eu respeito a escolha de todo mundo, mas eu não acredito que todas as pessoas façam escolha com a isenção e sabendo dos riscos que vão passar. Hoje, a informação corre com mais facilidade, a gente pega um período favorável para construir um outro olhar sobre o parto normal, sobre a dor", conclui.

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