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Em fevereiro

Vendas no ES crescem 1,5%; material de construção lidera busca do consumidor

Itens para reforma da casa apresentaram crescimento de 45% nas negociações feitas pelo varejo capixaba. O setor de móveis para escritório e de informática também avançaram o mesmo percentual

Publicado em 13 de Abril de 2021 às 13:21

Redação de A Gazeta

Publicado em 

13 abr 2021 às 13:21
Loja de material de construção Itaparica, Parque das Gaivotas. Para Fagner Branco, gerente da loja,
Vendas de material de construção estão em alta desde o início da pandemia Crédito: Carlos Alberto Silva
O comércio do Espírito Santo apresentou alta nas vendas de 1,5% em fevereiro deste ano em relação a janeiro, conforme mostra a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação com o mesmo período de 2020, o varejo apresentou avanço de 1%.
Os setores com maior alta nas vendas é o de material de construção e de equipamentos de informática e escritório, impulsionados principalmente pelas novas necessidades de isolamento social e pelo home office. O volume de vendas das categorias saltou 45%, cada um, em fevereiro deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado.
O segmento de construção, porém, tem se mantido na liderança desde o início da pandemia, quando, em determinados momentos, chegou a quase dobrar receitas e operações.
Também apresentou crescimento o setor de veículos e peças, com alta de de 23% no período. E o segmento de vestuário, que no ano passado ficou bastante reprimido, avançou 8,7% em comparação com o mesmo período de 2019.
O desempenho do varejo capixaba é quase o dobro da média nacional, que ficou em 0,6%. No varejo ampliado, que inclui a venda de materiais de construção e veículos, o resultado foi 8,2% no Espírito Santo e 4,1% no Brasil.
Diferentemente dos meses anteriores, o setor de hipermercados e supermercados não apresentou crescimento nas vendas em território capixaba, apresentado retração de 2,6% embora tenha tido crescimento de 12,2% nas receitas.
O faturamento mais incrementado também foi visto nas lojas de itens de informática e móveis de escritório (75,7%) como de materiais de construção (76,6). O crescimento está ligado à inflação devido à falta de insumos diante da alta demanda e à valorização do dólar que afeta os preços no Brasil.

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