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Prédio histórico

Museu Homero Massena é interditado pela Defesa Civil para reforma

Empresa reponsável pela obra ainda será licitada pela Prefeitura de Vila Velha

Publicado em 02 de Agosto de 2018 às 19:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 ago 2018 às 19:03
Museu Homero Massena, em Vila Velha, é interditado pela Defesa Civil para revitalização Crédito: Reprodução/PMVV
Por tempo indeterminado, o Museu Homero Massena, na Prainha, em Vila Velha, está interditado pela Defesa Civil e pela Secretaria de Cultura de Vila Velha para reformas. Laudos feitos no prédio apontam que o local, que não passava por manutenção há meses, colocava até a segurança dos visitantes em risco. A empresa responsável pelos reparos ainda será licitada pela prefeitura.
De acordo com o secretário de Esporte e Lazer, Luiz Felipe Faria de Azevedo, que responde interinamente pela pasta da Cultura, será realizado um restauro total da estrutura do museu. "Foi feita uma visitação ao local, foram apresentados os relatórios da Defesa Civil e da Secretaria de Obras de Vila Velha, e, há muito tempo, não era feita nenhuma intervenção no prédio. Obviamente, quando você não faz manutenções, acaba demandando exatamente o que está acontecendo agora. A interdição para os reparos", exemplifica.
Segundo o secretário, as obras que o local histórico abriga também serão submetidas a restauros. "Nós conversamos com o núcleo especializado da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e eles é que vão cuidar disso. Enquanto isso, todo o acervo do Homero Massena está sendo guardado no 38º Batalhão de Infantaria, também na Prainha", detalha. Luiz ainda frisa que esse é o único aparelho cultural do município que está nessas condições. "Falando em ambientes da cultura, o Homero Massena é o único que estava nesse estado. Os outros eu não tenho conhecimento", reitera.
Não há um prazo para que a empresa responsável pelas obras seja licitada e também não há prazo para que o restauro termine. É que, de acordo com o secretário, esse é um reparo em que precisa-se de técnicos especializados. "Eles (os técnicos) precisam entender a demanda do museu, que é em um prédio totalmente histórico. Não é uma obra comum, não é uma intervenção comum", conclui.

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