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Indústria do ES reage e produção cresce 1,7% em julho

Apesar de resultado positivo, Estado vem acumulando retração quando se analisa o desempenho do ano

Publicado em 10 de Setembro de 2019 às 07:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 set 2019 às 07:29
Produção industrial no ES apresenta leve crescimento Crédito: Reprodução/Pixabay
A indústria do Espírito Santo voltou a reagir e apresentou resultado positivo em julho deste ano, com crescimento de 1,7% em relação ao mês anterior. Os dados são da pesquisa de Produção Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No entanto, apesar do avanço, os resultados do setor em 12 meses mostram o desafio que determinados segmentos do Estado estão tendo para reanimar a atividade econômica. Em comparação com julho de 2018, o mesmo mês em 2019 teve queda de 14,2%. No ano, entre janeiro e julho, a retração foi de 12,2% e em 12 meses foi de 5,9%.
De acordo com análise do IBGE, o recuo observado nos últimos meses no Estado tem relação com o setor extrativo. A fabricação de celulose e papel foi, por exemplo, o segmento industrial que mais pressionou a produção para baixo. O índice de produção do ramo de celulose foi -44,7% em julho deste ano do que o mesmo período de 2018. 
DADOS DO PAÍS
O instituto explica que a produção caiu em sete dos 15 locais pesquisados em julho deste ano em relação a igual mês do ano passado.
A produção do Estado de São Paulo, maior parque industrial do País, registrou perda de 2,7% no período. O desempenho negativo ocorreu apesar do efeito calendário favorável: o mês de julho de 2019 teve um dia útil a mais do que julho de 2018.
As demais quedas ocorreram em Pernambuco (-10,2%), Região Nordeste (-7,9%), Minas Gerais (-6,5%), Bahia (-5,6%) e Mato Grosso (-3,2%).
Houve avanços no Paraná (4,8%), Rio de Janeiro (4,8%), Pará (3,4%), Goiás (2,1%), Ceará (1,9%), Rio Grande do Sul (1,8%), Santa Catarina (1,4%) e Amazonas (0,3%).
Na média global, a indústria nacional teve redução de 2,5% em julho de 2019 ante o mesmo mês de 2018, segundo o IBGE. 
 

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