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Ministro da Saúde

Teich defende distanciamento social um dia após Bolsonaro atacar a medida

O Ministro da Saúde ressaltou na manhã desta segunda (04) que não existe uma mudança de política em relação ao distanciamento, que tem de ser mantido

Publicado em 04 de Maio de 2020 às 14:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 mai 2020 às 14:15
Ministro da Saúde, Nelson Teich
Ministro da Saúde, Nelson Teich Crédito: JOSE DIAS/PR
Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro voltar a desrespeitar e a atacar o distanciamento social, o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou que a política oficial do governo federal é a de manutenção dessa medida para enfrentar a pandemia.
"A gente tem deixado claro que não existe uma mudança de política em relação ao distanciamento, tem de ser mantido", disse Teich nesta segunda-feira (4), após visita ao Comando Militar da Amazônia (CMA), em Manaus. "Neste momento, a política de distanciamento não foi mudada."
As declarações de Teich repetem o roteiro do seu antecessor, Luiz Henrique Mandetta, demitido por Bolsonaro após defender enfaticamente o isolamento, medida criticada reiteradas vezes pelo presidente.
Como tem sido a praxe, neste fim de semana, Bolsonaro voltou a desafiar o isolamento social e a promover aglomerações. No sábado (2), ele visitou duas cidades de Goiás, onde cumprimentou apoiadores e gerou tumulto. No dia seguinte, cumprimentou simpatizantes reunidos em frente à Praça dos Três Poderes.
Aos apoiadores, Bolsonaro repetiu o discurso de que as medidas de isolamento estão destruindo os empregos. "É inadmissível", afirmou. Para ele, o efeito colateral das restrições pode ser mais "danoso" do que o próprio coronavírus.
A chegada de Teich ao Amazonas coincide com mais um novo recorde de novos casos confirmados em 24 h, 621 registros neste domingo (3). O total de mortos chega a 548, e 1.901 se recuperaram da doença no estado.
A agenda de Teich em Manaus inclui visita a hospitais e encontros com o governador Wilson Lima (PSC) e Arthur Virgílio Neto (PSDB).

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