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Técnica de enfermagem é suspeita de tentar matar marido em hospital em Cachoeiro

A mulher, de 41 anos, alegou à Polícia Civil que iria aplicar a injeção para amenizar o sofrimento do marido, que está em coma e se encontra em estado vegetativo

Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 25/10/2021 às 20h02
Atualizado em 26/10/2021 às 11h00
Pátio da delegacia regional de Cachoeiro de Itapemirim
Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim, onde a técnica de enfermagem prestou depoimento. Crédito: Marcel Alves

Uma técnica de enfermagem de 41 anos foi detida na tarde desta segunda-feira (24), em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, suspeita de tentar matar o marido, que está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular do município. Durante uma visita ao companheiro, a mulher foi flagrada por funcionários da unidade com uma seringa contendo um líquido amarelo, prestes a aplicar no homem. A Polícia Civil pediu exames de sangue dele e análise do material da seringa.

Segundo a apuração do repórter João Henrique Castro, da TV Gazeta Sul, a mulher trabalha como técnica de enfermagem em outra unidade hospitalar do município. Ela estava visitando o marido, como sempre fazia, quando foi flagrada com a seringa por funcionários do local. A mulher foi contida pela equipe do hospital e detida pela Polícia Militar.

A suspeita foi encaminhada à Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim. O delegado de plantão, Thiago Melo, disse que a mulher que pegou a substância — ainda não identificada pela polícia — no hospital onde trabalha.

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Segundo o delegado, o marido da suspeita está internado na UTI, em coma, e se encontra em estado vegetativo. À polícia, a mulher alegou que iria aplicar a injeção para amenizar o sofrimento do companheiro, mas não chegou a injetar o líquido.

A Polícia Civil solicitou uma análise do líquido que estava na injeção, além de exames de sangue do homem. Em nota, a Polícia Civil informou que a mulher, após ser conduzida à Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim, foi ouvida e liberada. A autoridade policial, segundo a nota, entendeu que não haviam elementos suficientes para lavrar auto de prisão em flagrante naquele momento. O caso seguirá sob investigação da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cachoeiro de Itapemirim.

Correção

26 de Outubro de 2021 às 10:57

A primeira versão desta matéria trazia a suspeita como enfermeira, no entanto, ela é técnica de enfermagem. A informação foi corrigida no título e no texto. 

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