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Polícia divulga retrato falado de estupradores de Jardim Camburi

Os dois homens teriam rendido a jovem com uma navalha e a obrigado a entrar no carro. Crime aconteceu às 9h da manhã em uma avenida movimentada do bairro.

Publicado em 02/01/2018 às 16h36
A polícia divulgou os retratados falados dos suspeitos de terem sequestrado e violentado uma adolescente de 13 anos em Jardim Camburi, Vitória. Crédito: Divulgação/Polícia Civil
A polícia divulgou os retratados falados dos suspeitos de terem sequestrado e violentado uma adolescente de 13 anos em Jardim Camburi, Vitória. Crédito: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (2) os retratos falados dos suspeitos de sequestrar e estuprar uma estudante de 13 anos em Jardim Camburi, em Vitória, na última sexta-feira (29). Segundo as investigações, os dois homens renderam a vítima com uma navalha por volta das 9h na praça Nilze Mendes, próximo de uma faculdade no bairro.

Eles obrigaram a jovem a entrar em um carro Ford Ka vermelho e a levaram para uma obra abandonada na Avenida José Rato, na altura do Bairro de Fátima, no município da Serra. No local, eles colocaram um pano na boca da estudante e teriam cometido o estupro. Em seguida, a abandonaram no local. Antes de fugir, a dupla ainda levou uma bolsa com os pertences da vítima. A adolescente saiu e conseguiu pedir ajuda em uma loja.

Um dos homens, de acordo com a descrição dos policiais, tem por volta de 20 anos, pele negra e cerca de 1,80 metro de altura. Ele tem os cabelos raspados, olhos castanhos e não usava barba no dia do crime. Seria ele o abusador da menina.

O comparsa é descrito como um homem de pele mais clara, com idade aparente de 30 anos, magro e com cerca de 1,70 metro de altura. Ele teria os cabelos raspados, olhos castanhos, utilizava brincos nas duas orelhas e tinha uma tatuagem que ia das costas até a parte de trás dos braços, com uma inscrição que termina em "so". Ele não usava barba no dia em que teria cometido o abuso.

Para o delegado titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Lorenzo Pazolini, o modus operandi da dupla indica que o crime não teria sido premeditado. Ele conta que não há registros de estupros dessa natureza na região e que chama a atenção o fato de tudo ter acontecido à luz do dia.

"É um bairro populoso e o crime aconteceu em ruas bem movimentadas, durante a luz do dia. É um crime que não tem precedentes na região e mostra a ousadia dos criminoso. Ao que parece, o objetivo inicial deles era o assalto, depois é que resolveram abusar da adolescente. Pedimos a ajuda da população para que seja possível identificar esses dois suspeitos", afirma.

Quem tiver informações que possam ajudar na identificação e captura dos suspeitos pode entrar em contato com a DPCA nos telefones (27) 3132-1916, (27) 3132-1917 ou no Disque-denúncia, no número 181.

 

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