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Mulher suspeita de tentar matar marido na UTI é ouvida e liberada em Cachoeiro

Técnica de enfermagem estava com uma seringa que continha uma substância amarela. O material foi levado para análise na perícia da Polícia Civil junto com o sangue e urina do paciente

Cachoeiro de Itapemirim
Publicado em 26/10/2021 às 11h54
Pátio da delegacia regional de Cachoeiro de Itapemirim
Delegacia de Cachoeiro de Itapemirim, onde a suspeita prestou depoimento. Crédito: Marcel Alves

Uma técnica de enfermagem detida nesta segunda-feira (25), em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, suspeita de tentar matar o marido que está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular do município, foi ouvida na delegacia e, posteriormente, liberada. Ela foi flagrada por funcionários do hospital com uma seringa, contendo um líquido amarelo, prestes a aplicar no homem.

Nesta terça-feira (26), a Polícia Civil informou que a mulher foi ouvida e liberada após a autoridade policial entender que não haviam elementos suficientes para lavrar auto de prisão em flagrante naquele momento.

O caso seguirá sob investigação da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) do município. A técnica de enfermagem disse ao delegado Thiago Melo, que estava de plantão, que pegou a substância — ainda não identificada pela polícia — no hospital onde trabalha.

Segundo o delegado, o marido da técnica de enfermagem está internado na UTI, em coma, e se encontra em estado vegetativo. À polícia, a mulher alegou que iria aplicar a injeção para amenizar o sofrimento do companheiro, mas não chegou a injetar o líquido.

A Polícia Civil solicitou uma análise do líquido que estava na injeção, além de exames de sangue e urina do homem. O delegado Felipe Vivas, responsável pela DHPP, disse que a investigação depende do resultado dos exames. “Ela disse que queria acalmar o marido. Agora depende da perícia para saber se a substância seria capaz de causar algo naquela dosagem. São mais ou menos 15 ml. E também depende se chegou a injetar, porque só foi visto a seringa na mão dela”, finalizou.

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