ASSINE

ES já registra mais de 21 mil casos suspeitos de dengue em 2020

Boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também mostra 6.406 notificações de chikungunya. Casos aumentaram significativamente em relação a 2019

Publicado em 27/03/2020 às 19h08
Atualizado em 27/03/2020 às 21h10
Mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão dos vírus da dengue, febre chikungunya e Zika
Mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão dos vírus da dengue, febre chikungunya e Zika . Crédito: Agência Brasil

O novo coronavírus já infectou 54 pessoas no Espírito Santo até a última sexta-feira (26), e 1.105 pacientes estão com sintomas da doença, sendo investigados. Medidas rígidas têm sido adotadas para reduzir a transmissão do vírus, que requer cuidados de higiene da população e distanciamento social. 

Mas uma outra doença, já conhecida dos capixabas, também requer atenção: a dengue. Só este ano, 21.609 casos suspeitos foram notificados no Espírito Santo. Cinco pessoas morreram por causa da doença. 

O número é 69,26% maior do que foi registrado no Estado no mesmo período do ano passado, quando o número era de 14.968. 

CHIKUNGUNYA

Os casos de chikungunya, outra doença que gera preocupação, também aumentaram. Os dados, em relação ao mesmo período no ano de 2019, são assustadores. Em 2020 foram 6.406 notificações da doença, 6.039 casos a mais do que o ano passado, quando foram registrados 367 casos suspeitos. 

Por isso, é fundamental não descuidar do combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, que também é transmissor da zika e da febre amarela urbana. O mosquito põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água.

ZIKA

Quanto aos casos de zika vírus no Espírito Santo, foram notificados 410 suspeitos no Espírito Santo, de 29 de dezembro de 2019 até 21 de março deste ano. Veja como se prevenir das três doenças:

  • Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;
  • Tirar água dos pratos de plantas;
  • Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;
  • Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;
  • Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas e sacolas plásticas;
  • Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, pratos de plantas, tonéis e caixas d’água) e mantê-los sempre limpos.

A Gazeta integra o

Saiba mais

Se você notou alguma informação incorreta em nosso conteúdo, clique no botão e nos avise, para que possamos corrigi-la o mais rápido possível

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.

Bem-vindo

A Gazeta deseja enviar alertas sobre as principais notícias do Espírito Santo.