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A Gazeta faz live sobre como equilibrar trabalho e família na pandemia

Levantamento feito pelo jornal ainda mostra que maioria dos pais teve que manter atividades profissionais e dar conta das tarefas da casa e do cuidado com os filhos ao mesmo tempo

Publicado em 20/08/2020 às 10h54
Atualizado em 20/08/2020 às 11h02
Responda a pesquisa sobre a experiência com a rotina da casa e as tarefas profissionais
Responda a pesquisa. Crédito: Pixabay

A pandemia do novo coronavírus transformou rotina de muita gente. Sem tem com quem deixar, mais da metade dos pais precisaram se dividir entre as tarefas domésticas e ainda trabalhar em home office. É o que mostra levantamento feito por A Gazeta, na última semana, com os leitores do jornal.

Ao todo, 57,3% dos entrevistados informaram que precisaram dar conta das atividades domésticas e profissionais. Já outros falaram que dividiam as tarefas com o cônjuge e 9,9% contaram com a ajuda de outros membros da família ou parentes para dar conta das tarefas da casa enquanto trabalhavam.

O resultado foi apontado pela pesquisa “Pais e profissionais: como é trabalhar e cuidar dos filhos na pandemia”, realizada no site de A Gazeta no período de 10 a 13 de agosto de 2020, com o objetivo de avaliar como foi a experiência na hora da divisão das tarefas.

Nesta quinta-feira (20), A Gazeta realiza, às 15 horas, uma live no Instagram com a especialista em carreira Gisélia Freitas. O tema do encontro será "A dificuldade de ser mãe e profissional na pandemia e como equilibrar a vida profissional e a família neste período difícil trazido pelo novo coronavírus". O internauta pode participar enviando perguntas para a entrevistada durante a transmissão. 

E para voltar a trabalhar presencialmente, 58% dos pais ainda não sabem com quem deixar as crianças.

De acordo com o estudo, 82,4% que responderam ao questionário eram mães, 16,8% pais e 1,5% se classificaram como outro.

Durante os últimos meses de pandemia, 74,8% dos pais trabalharam em home office. O trabalho presencial (13,7%) ou em sistema de rodízio (12,2%) registrou um empate técnico. Do total de pessoas que responderam à pesquisa, 2,3% informaram que não trabalharam nos meses de pandemia.

Ao serem perguntados como ficou a rotina de cuidado com os filhos, 44,3% responderam que mantiveram o trabalho e dividiram as tarefas, 42% tiveram que trabalhar e cuidar da criança, 12,2% contaram com a ajuda de parentes e 6,1% mantiveram a babá ou empregada.

Antes da pandemia, 58% das famílias deixavam as crianças na escola, enquanto que 22,9% ficavam com os avós e 16,8% na creche. Quase 12% dos entrevistados disseram que os filhos ficavam com a empregada ou babá e cerca de 10% com outros parentes.

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