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SP tem 14.263 mortes e 265.581 casos confirmados de Covid-19

De acordo com informações do governo do Estado, taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 65,3%, chegando a 67,4% na Grande São Paulo

Publicado em 27/06/2020 às 17h45
Atualizado em 27/06/2020 às 17h45
Movimento no Viaduto do Chá em São Paulo durante a quarentena
Movimento no Viaduto do Chá em São Paulo durante a quarentena. Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Estado de São Paulo chegou a 14.263 mortes causadas pelo novo coronavírus, das quais 297 foram registradas nas últimas 24 horas. O número de casos confirmados é de 265.581, distribuídos em 617 dos 645 municípios paulistas.

Segundo a gestão João Doria (PSDB), a taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 65,3% no Estado, chegando a 67,4% na Grande São Paulo.

O Estado tem 13.972 pacientes internados, dos quais 5.636 estão na UTI, conforme dados das 10h30 da manhã deste sábado, 27.

As mortes por Covid-19 foram registradas em 359 cidades. Entre as vítimas fatais, 8.234 são homens e 6.029 são mulheres.

De acordo com levantamento da Secretaria Estadual da Saúde, a maior parte das mortes (74,1%) se concentra em pacientes com 60 anos ou mais.

As demais faixas etárias são divididas da seguinte forma: menores de 10 anos (22 óbitos), de 10 a 19 anos (30), de 20 a 29 anos (111), de 30 a 39 anos (de 498), 40 a 49 anos (1.032) e 50 a 59 anos (2.001).

Os fatores de risco para a Covid-19 foram identificados pela secretaria em 80,1% das mortes.

Os mais frequentes são: cardiopatia (58,2% dos óbitos), diabetes mellitus (43%), doença neurológica (11,1%), doença renal (9,8%), pneumopatia (8,4%), obesidade (7%), imunodepressão (6,4%), asma (3,3%), doença hepática (2,3%), doença hematológica (2%), Síndrome de Down (0,4%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%).

O balanço parcial do consórcio formado por veículos de imprensa divulgado às 13 horas deste sábado aponta que o Brasil tem 1.284.214 casos confirmados da Covid-19, dos quais 56.197 resultaram em óbito.

Na sexta-feira, 26, o governador Doria autorizou a reabertura de salões de beleza, barbearias, bares e restaurantes na capital paulista e em parte dos municípios da Grande São Paulo.

Na cidade de São Paulo, a prefeitura aguardará mais uma semana para decidir se implantará a nova flexibilização.

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